Infecções Crônicas

Algumas infecções têm tratamento tão difícil e prolongado que muitos pacientes, e até alguns médicos, pensam que não tem cura. Outras, após uma breve melhora, retornam os sintomas, às vezes, até mais graves, levando a  uma redução da qualidade de vida, frustração para pacientes e médicos assistentes. Na verdade, o que se necessita é de uma adequada avaliação das condições do paciente, os fatores de risco e os predisponentes; a identificação do agente etiológico causador da infecção e a definição das medidas terapêuticas complementares necessárias (limpeza cirúrgica, suplementação alimentar, reabilitação física e funcional, entre outros).

Infecções crônicas mal resolvidas que vemos com bastante frequência nos consultórios são as osteomielites (infecção do osso), sinusites, infecção de pele e partes moles e infecções urinárias de repetição. A participação do infectologista nestes casos é fundamental para um tratamento adequado. Ele ajuda o médico assistente a estabelecer indicações de tratamentos cirúrgicos como a retirada de coleções ou de outros focos mantidos, retirada ou troca de próteses, formas de coletas mais adequadas de material para cultura dos micro-organismos, além de definir a dose e o tempo adequados para o tratamento da infecção. Quando for o caso,  ajuda na definição de indicação, tempo e escolha do esquema de tratamentos profiláticos (tratamento preventivo).

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